20 de Setembro

Hino do Rio Grande do Sul Música: Joaquim José Mendanha Letra: Francisco Pinto da Fontoura   Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o Vinte de Setembro precursor da Liberdade. Mostremos valor, constância, nesta ímpia, injusta guerra >Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra. Entre nós revive Atenas para assombro dos tiranos; sejamos gregos na glória e na virtude, romanos. Mostremos valor, constância, nesta ímpia, injusta guerra Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra. Mas não basta pra ser livre ser forte, aguerrido e bravo; povo que não tem virtude acaba por ser escravo. Mostremos valor, constância, nesta ímpia, injusta guerra Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra.
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Missão do Homem Inteligente na Terra

Não vos orgulheis do que sabeis, pois esse saber tem limites
bem estreitos no mundo que habitais. Mesmo supondo que sejais uma
das intelectualidades na Terra, não tendes nenhum direito de vos envaidecer por isso. Se Deus vos fez nascer num meio onde pudestes
desenvolver vossa inteligência, foi porque Ele quis que fizésseis
uso dela para o bem de todos. Esta é uma missão que Ele vos dá,
ao colocar em vossas mãos o instrumento com a ajuda do qual
podereis desenvolver, a vosso modo, as inteligências mais atrasadas e conduzi-las a Deus. A natureza do instrumento não indica o
uso que dele se deve fazer? A enxada que o jardineiro coloca nas
mãos de seu aprendiz não lhe mostra que ele deve cavar? E que
diríeis se esse aprendiz, ao invés de trabalhar, levantasse sua enxada para atingir o seu mestre? Diríeis que é horrível e que ele
merece ser expulso. Pois bem, assim ocorre com aquele que se
serve de sua inteligência para destruir a idéia de Deus e da Providência entre seus irmãos. Ele ergue contra seu mestre a enxada
que lhe foi dada para limpar o terreno. Terá assim direito ao salário
prometido, ou merece, ao contrário, ser expulso do jardim? Ele o
será, não há dúvida, e carregará consigo existências miseráveis e
repletas de humilhações até que se curve diante d’Aquele a quem
tudo deve.
A inteligência é rica de méritos para o futuro, desde que bem
empregada. Se todos os homens talentosos dela se servissem conforme a vontade de Deus, a tarefa dos Espíritos seria fácil, para fazer
a Humanidade avançar. Infelizmente, muitos fazem dela um instrumento de orgulho e de perdição para eles próprios. O homem abusa
de sua inteligência como de todas as suas outras capacidades e, entretanto, não lhe faltam lições para adverti-lo de que uma poderosa
mão pode lhe retirar aquilo que lhe deu.

Ferdinando, Espírito Protetor – Bordeaux, 1862
fonte  “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO”Capítulo 7  – Bem-Aventuradoa os Pobres de Espírito

A PACIÊNCIA

 A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos. Não vos 
atormenteis portanto quando sofrerdes, mas, ao contrário, bendizei a 
Deus Todo-Poderoso que vos marcou pela dor neste mundo, para a 
glória no Céu.
Sede pacientes. A paciência é também caridade e deveis prati-
car a lei da caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade
da esmola dada aos pobres é a mais fácil delas. No entanto, há uma
bem mais difícil, e conseqüentemente bem mais louvável, que é per-
doar aqueles que Deus colocou em nosso caminho para nos servirem de
teste em nossos sofrimentos e colocar nossa paciência à prova.
Sei que a vida é difícil; ela se compõe de mil coisinhas que são
como alfinetadas que acabam por ferir, mas é preciso observar os
deveres que nos são impostos, as consolações e as compensações
que temos em contrapartida. Então, reconheceremos que as bênçãos
são mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado
quando olhamos para o alto do que quando curvamos a fronte para a
terra.
Coragem, amigos! O Cristo é o vosso modelo; sofreu mais do
que qualquer um de vós e não tinha nada de que pudesse ser acusa-
do, enquanto vós tendes vosso passado a expiar e tendes de vos
fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes; sede cristãos, esta
palavra resume tudo.

Um Espírito Amigo – Havre, 1862(Fonte:O Evangelho Segundo o Espiritismo)

Brasão do Rio Grande do Sul

    O brasão possui uma elipse vertical em pano branco, onde está inserido o brasão. Circundado por um lenço nas cores do Estado.
    Sob o brasão, Lê-se o lema “Liberdade, Igualdade, Humanidade”. Lema esse que tem origem na Maçonaria e na Revolução Francesa.

    No centro está um barrete frígio, um símbolo republicano desde a queda da Bastilha.

    O brasão rio-grandense é o mesmo da época dos farrapos com algumas pequenas modificações. Por isso possui a inscrição
    “República Rio-Grandense”, junto com a data do início da Revolução Farroupilha, 20 de setembro de 1835, data amplamente
    comemorada no estado.

    Acredita-se que foi desenhado originalmente pelo padre Hidelbrando e em arte final pelo Major Bernardo Pires.

    O Brasão foi adotado pela mesma Lei que instituiu o Hino e a Bandeira do Estado.

    A Lei estadual nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre